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GoShape Nutrition USP Labs - Modern BCAA 535,5 g

USP Labs - Modern BCAA 535,5 g

31.00 €(Iva Incluído)
Sabores
Morango-Ananás
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Limonada-Cereja

"Não Tome Nem Mais Uma Gota De BCAAs Até Ler Esta Mensagem de Início A Fim…" Quem Disse Que Não Pode Comer Doces? Continue A Ler Para Saber Mais Acerca De Uma Empolgante Descoberta Na Suplementação Com BCAAs…

A equipa da USPlabs ADORA BCAA's. O problema é que tomamos tantos, que os corantes e aromatizantes artificiais em grandes quantidades acabam por dar-nos enxaquecas, náuseas, acabam por deixar-nos cansados e, para dizer a verdade, sentimo-nos péssimos. Além disso, e este talvez seja o elemento mais importante, não conseguíamos encontrar as proporções de BCAAs que desejávamos. Assim sendo, fizemos aquilo que sabemos fazer - desenvolvemos o nosso próprio produto. Chama-se USPlabs Modern BCAA™

Regras Para os BCAAs

Fomos muito explícitos com a nossa equipa de investigadores - o USPlabs Modern BCAA™ TEM de ser desenvolvido sob as seguintes regras:

  • A proporção de BCAAs tem de promover a ativação de mTOR
  • Ultra-Micronizada
  • De Fácil Mistura
  • Sem Corantes Artificiais
  • Sabor Fresco e Natural
  • Sem L-Glutamina

Via Anabólica Pouco Conhecida - mTOR

Se nunca ouviu falar de mTOR (e mesmo que já tenha ouvido falar), preste muita atenção, pois é uma das vias anabólicas e de síntese proteica mais subestimadas de que há conhecimento... 
E... provavelmente... você ainda está longe de maximizar o seu enorme potencial... 
O mTOR (Alvo da Rapamicina em mamíferos) é uma proteína quinase prolina-serina-treonina, responsável por uma vasta gama de funções fisiológicas e metabólicas em vários tipos de célula, incluindo os adipócitos (as células da gordura) e os miócitos (as células dos músculos)... 
Entre as suas várias funções, o mTOR é responsável pelo crescimento hipertrófico (o aumento da dimensão das células musculares, por exemplo), pela síntese proteica e pela morfogénese dos tecidos... 
Por esse motivo, há muito tempo que os compostos que se concentram nas vias reguladoras do mTOR têm grande procura. Vários estudos indicam que os aminoácidos são capazes de regular diretamente o mTOR, assinalando vias no músculo esquelético (1, 2, 3, 4), incluindo a possibilidade de ativarem alguns dos elementos assinaladores das células a montante do mTOR no fluxo sanguíneo, na via assinaladora da insulina e do fator de crescimento.

Ao Contrário Da Sua Mãe, o mTOR Tem Favoritos

Porém, as mesmas investigações indicam que a ativação de vias assinaladoras de mTOR induzida por aminoácidos não é uniforme, e há provas de que o mecanismo de ativação de mTOR pode ser específico tanto para os tecidos, como para os aminoácidos. 
Especificamente, acredita-se que o aminoácido Leucina é o maior responsável pela ativação das vias assinaladoras de mTOR induzida por aminoácidos e, nesse sentido, é responsável pelo efeito do mTOR na reposição e síntese proteica. (1 – 6). 
Esta hipótese surgiu quando os estudos comprovaram que a maioria dos efeitos dos aminoácidos na sinalização do mTOR desapareciam ao diminuir a concentração de Leucina, ou aumentavam quando se acrescentava Leucina, enquanto que as flutuações eram menores quando as concentrações dos outros aminoácidos ramificados variavam.

A Leucina

Por outras palavras, a Leucina é a vedeta, mas também temos de referir que os outros dois aminoácidos ramificados (BCAAs), a Isoleucina e a Valina, têm de estar presentes para maximizar os resultados...

 

Proporção de BCAA de 8-1-1

Com tudo isso em mente, formulámos o USPlabs Modern BCAA™ com uma proporção de Leucina-Isoleucina-Valina de 8-1-1... 
Em relação à Leucina, a lógica aqui subjacente é a seguinte: numa perspetiva estritamente técnica, os estudos demonstram que só a Leucina e os aminoácidos estruturalmente relacionados com a Leucina é que são responsáveis pelo aumento do mTOR habitualmente associado à suplementação com BCAA.

 

Resultados & Valor

Como deverá saber, muita gente duplica, triplica e chega até a quadruplicar a sua dose de BCAAs com proporções de 2-1-1 e 4-1-1 para conseguir melhores resultados... 
Tendo em conta que a Leucina é o aminoácido responsável por esse efeito, sobretudo no músculo esquelético, conceber uma fórmula de 8-1-1 acaba com a necessidade de consumir doses tão elevadas. 
Além dos outros benefícios, este é um valor acrescentado extremamente eficaz.

 

Saem 3 - Entra 1

A outra questão a considerar é o transporte e metabolismo de aminoácidos. Os três aminoácidos ramificados - a Leucina, a Isoleucina e a Valina - competem pelos mesmos sistemas de transporte e, por esse motivo, a presença de altas concentrações dos outros dois aminoácidos pode diminuir os níveis de Leucina intracelular...

 

Obviamente, NÃO é isso o que se pretende...

A questão complica-se ainda mais devido ao facto de que, após ingerida, a Leucina começa por desempenhar primeiro outros papéis estruturais, não relacionados com o metabolismo proteico, mesmo antes de ativar as vias vias assinaladoras de mTOR... 
Por esse motivo, os produtos de BCAAs com uma proporção de 2-1-1 ou 4-1-1 podem entrar em conflito com os efeitos anabólicos do produto, pois esses substratos acabam por competir entre si pelo processo metabólico.

 

8-1-1 É Altamente Ao aumentar a proporção "normal" de Leucina em relação aos outros dois aminoácidos ramificados, conseguimos duas coisas: 
As doses exageradas tornam-se desnecessárias, pois já duplicamos o componente mais importante para o aumento de síntese proteica que se costuma verificar com os BCAAs. 
O metabolismo competitivo entre os aminoácidos não baixará os níveis de Leucina a ponto de inviabilizar a sua regulação do mTOR. 
Por outras palavras, uma proporção de 2-1-1 ou de 4-1-1, ainda que tenha efeitos, não é a proporção ideal para ativar a via assinaladora de mTOR e para a síntese proteica a ela associada.

Ultra-Micronizada

Sejamos sinceros - na época em que o seu tio usava botas à cowboy e usava o telemóvel na bolsinha à cintura, ele tomava os mesmos BCAAs arenosos que você toma atualmente... 
Claro está, agora há BCAAs instantâneos - mas são incrivelmente caros e são produzidos usando soja... 
E sei que está farto de grumos de BCAAs e de perder produto por este ficar colado aos lados da garrafa... 
É por esse motivo que os BCAAs do USPlabs Modern BCAA™ utilizam um processo avançado de micronização, que resulta num pó incrivelmente leve e solto, capaz de misturar-se com extrema facilidade. 
Além disso, o USPlabs Modern BCAA™ irá mantê-lo concentrado na sua tarefa no ginásio, ou no trabalho - sem ter de preocupar-se com bigodes de BCAAs nem dentes manchados...

 

Tem Andado A Tomar Amónia?

Toda a gente sabe que a Creatina misturada com água pode facilmente tornar-se no seu subproduto inferior, a Creatinina... 
Nesse caso, por que nunca ouvimos falar da degeneração da L-Glutamina?

 

Recordações da Escola Preparatória

Lembra-se daquele horrível cheiro a amoníaco que ficava quando os funcionários lavavam o chão na escola preparatória? Quase que dava para sentir o sabor daquela porcaria... 
Lembro-me de entrar nos balneários, antes da aula de Educação Física, e de ficar com a sensação que o cheiro a amoníaco quase me corroía os olhos. 
Penso que todos devemos ter recordações semelhantes.

 

Você nunca na vida beberia algo assim, certo?

ERRADO! 
É o que tem acontecido que anda a tomar L-Glutamina... 
A L-Glutamina é célebre pela sua instabilidade em estado seco e, acima de tudo, em solução aquosa. (5, 6) 
Os produtos resultantes da degradação da L-Glutamina podem ser o ácido glutâmico, a amónia e o ácido piroglutâmico, sendo que os dois últimos podem, eventualmente, ser tóxicos (5-9). 
Pior ainda, quanto mais tempo ficar em água, maior é a degradação ocorrida.! 
Que nojo! 
Escusado será dizer, foi por isso que insistimos em que a L-Glutamina não poderia estar presente na fórmula do USPlabs Modern BCAA™ 
Em vez disso, para ajudar a preencher os níveis de Glutamina no sangue, incluímos um composto chamado Sustamine™… 
 

 

Sustamine™ Este produto consiste um dipéptido de Glutamina (L-Alanil-L-Glutamina), que é mais estável e muito mais solúvel em água do que a L-Glutamina normal (1). 
Estas propriedades fisio-químicas podem, só por si, ser mais eficazes que a L-Glutamina. Porém, a presença de um transportador intestinal único para o dipéptido também pode permitir que a circulação sanguínea e o músculo esquelético acabem por receber uma quantidade superior de Glutamina, em comparação com a L-Glutamina simples. 
Essas teorias são corroboradas pelas superiores concentrações de Glutamina no plasma e no músculo esquelético de animais a quem foi administrado Alanil-Glutamina, em comparação com os outros a quem só foi dada L-Glutamina simples. (3, 4) 
Isso é importante pois até cerca de 65% da L-Glutamina normal pode ser destruída antes sequer de chegar aos músculos.

Passaria Por Cima De Uma Nota De 20€ Para Apanhar Uma Moeda de 20 Cêntimos?

Como dissemos, adicionámos Sustamine para ajudar com os níveis de Glutamina no sangue, mas quero tornar bem claro que não pretendemos ganhar o prémio de melhor produto de Glutamina do ano... 
USPlabs Modern BCAA™ é, acima de tudo, uma fórmula de BCAA porque, falando francamente, é isso que produz resultados... 
Se quiser uma data de ingredientes que não terão um impacto significativo no seu físico e no seu desempenho, então o USPlabs Modern BCAA™ não será o produto indicado para si… 
Porquê andar a perder tempo quando se pode ter logo o que se quer? 
Se pretender um fantástico produto de BCAAs, concebido para pessoas que têm a verdadeira noção da importância dos BCAAs, então, o USPlabs Modern BCAA™ foi feito a pensar em si.

 

Referências:

  1. Anthony J. C., Anthony T. G., Kimball S. R., Vary T. C., Jefferson L. S. Orally administered leucine stimulates protein synthesis in skeletal muscle of postabsorptive rats in association with increased eIF4F formation. J. Nutr. 2000;130:139-145
  2. Tischler M. E., Desautels M., Goldberg A. L. Does leucine, leucyl-tRNA, or some metabolite of leucine regulate protein synthesis and degradation in skeletal and cardiac muscle?. J. Biol. Chem. 1982;257:1613-1621
  3. Kimball S. R., Shantz L. M., Horetsky R. L., Jefferson L. S. Leucine regulates translation of specific mRNAs in L6 myoblasts through mTOR-mediated changes in availability fo eIF4E and phosphorylation of ribosomal protein S6. J. Biol. Chem. 1999;274:11647-1
  4. Buse M. G., Weigand D. A. Studies concerning the specificity of the effect of leucine on the turnover of proteins in muscles of control and diabetic rats. Biochim. Biophys. Acta 1977;475:81-89
  5. Patti M. E., Brambilla E., Luzi L., Landaker E. J., Kahn C. R. Bidirectional modulation of insulin action by amino acids. J. Clin. Invest. 1998;101:1519-1529
  6. Shigemitsu K., Tsujishita Y., Miyake H., Hidayat S., Tanaka N., Hara K., Yonezawa K. Structural requirement of leucine for activation of p70 S6 kinase. FEBS Lett 1999;447:303-306
  7. Fox H. L., Pham P. T., Kimball S. R., Jefferson L. S., Lynch C. J. Amino acid effects on translational repressor 4E-BP1 are mediated primarily by L-leucine in isolated adipocytes. Am. J. Physiol. Cell Physiol. 1998b;275:C1232-C1238
  8. Furst P. New developments in glutamine delivery. J Nutr. 2001 Sep;131(9 Suppl):2562S-2568S.
  9. Klassen P, et al. The pharmacokinetic responses of humans to 20 g of alanyl-glutamine dipeptide differ with the dosing protocol but not with gastric acidity or in patients with acute Dengue fever. J Nutr. 2000 Feb;130(2):177-182
  10. Rogero MM, et al. Plasma and tissue glutamine response to acute and chronic supplementation with L-glutamine and L-alanyl-L-glutamine in rats. Nutr Res. 2004 Apr;24(4):261-270
  11. Rogero MM, et al. Effect of alanyl-glutamine supplementation on plasma and tissue glutamine concentrations in rats submitted to exhaustive exercise. Nutrition. 2006 May;22(5):564-571
  12. Shih FF. Analysis of glutamine, glutamic acid and pyroglutamic acid in protein hydrolysates by high-performance liquid chromatography. J Chromatogr. 1985 Mar 29;322(1):248-256
  13. Archibald RM. Chemical characteristics and physiological roles of glutamine. Chem Rev. 1945 Oct;37(2):161-208
  14. Stehle P, et al. Isotachophoretic analysis of synthetic dipeptide L-alanyl-L-glutamine: Evidence for stability during heat sterilization. J Chromatogr. 1984;294:507-512
  15. Khan K, et al. The stability of L-glutamine in total parenteral nutrition solutions. Clin Nutr. 1991 Aug;10(4):193-198
  16. Khan K & Elia M. Factors affecting the stability of L-glutamine in solution. Clin Nutr. 1991 Aug;10(4):186-192
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Informação Adicional

Dose: 17.9 g (2 doseador)
Doses por embalagem: 30

Modo de utilização: Misture 1 porção (2 colheres de nível) em 600 ml de água e agite vigorosamente por 30 segundos. Beba durante todo o treino, evento desportivo ou quando precisar de aminoácidos adicionais. Devido ao alto teor de leucina, pode ocorrer alguma formação inicial de espuma, que deve diminuir por alguns minutos com agitação leve. Agite o recipiente antes de cada uso para dispersar os ingredientes que possam ter sido depositados no fundo.

Informação Nutricional por dose por 100 g
Energia 0 g 0 g
Sódio 0 g  672,22 mg
Potássio 5& 560,22 mg
Composição patenteada 15000 mg 840000 mg
Mistura de BCAA Micronizada 8:1:1
L-Leucina Micronizada
L-Isoleucina Micronizada
L-Alamina
L-Taurina
L-Lisina
HCL
L-Glicina
L-Alanil
L-Glutamina
   
Mistura de Eletrólitos 654 mg 3663 mg
Citrato de Sódio
Cloreto de Potassio
   

Ingredientes: ácido cítrico, aromatizntes naturais e artificiais, sucralose e dióxido de silício.

Avisos: Contém leite, whey e soja.  Este produto destina-se apenas a ser consumido por adultos saudáveis ​​com 18 anos de idade ou mais. Mulheres grávidas ou a amamentar não devem usar este produto. Interrompa o uso e consulte imediatamente o seu médico se sentir alguma reação adversa a este produto. Não exceder a dose recomendada. Não use se o selo de segurança estiver quebrado ou em falta. MANTENHA FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS.

 

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